
Ariovaldo e Dorinha são do Paraná e assistiram a final da Recopa Sul-Americana, contra o Independiente del Valle; a senhora nunca havia ido a um estádio
Mesmo com o vice-campeonato do Flamengo na Recopa Sul-Americana, para o Independiente del Valle, na última terça-feira, o Maracanã foi palco para uma história interessante de uma família paranaense. Rubro-Negro fanático, Ariovaldo foi ao templo do futebol pela terceira vez, mas decidiu levar a sogra Dorinha para conhecer um estádio de perto. A viagem de 1.338,9 km rendeu ao Fla mais uma torcedora e uma experiência que ficará marcada para sempre na memória da senhora de 76 anos.
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Dona Dorinha no Maracanã pela primeira vez — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
Natural da pequena Terra Roxa, cidade do Paraná com pouco mais de 17 mil habitantes, Ariovaldo nutre uma paixão de longe pelo Flamengo. O torcedor conta que já havia ido ao Maracanã em 2019 e 2022, mas decidiu voltar ao estádio para a Recopa Sul-Americana. A derrota doeu, mas a experiência de se aventurar no Rio de Janeiro com a sogra foi algo especial.
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Flamengo busca dar volta por cima após início de temporada ruim
Ariovaldo é mais um dos milhões de rubro-negros que nutrem a paixão pelo clube mesmo longe do Rio. O amor começou quando ainda tinha sete anos e foi apresentado ao Flamengo pelo tio, que atualmente mora em Cuiabá. Sem ver o primo, Willian, há 20 anos, a família se reencontrou no Maracanã na noite da Recopa.
– Nós somos do Paraná, eu moro em Terra Roxa e ela mora em Jesuítas. Ela é minha sogra. Eu já tinha vindo no Maracanã no ano passado, eu assisti um jogo aqui e um jogo em 2019, foram as duas vezes que eu vim aqui e nós fomos campeões da Libertadores. Aí, eu queria trazer minha sogra para ela conhecer o Maracanã, e ela gostou muito da sensação de assistir um jogo no estádio com um público recorde, pena que não levamos o título. Vai ser na próxima – disse em entrevista à TV Globo.
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Ariovaldo com o primo no Maracanã — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
Apesar da derrota, Ariovaldo acredita que o Flamengo reencontrará o caminho das vitórias. Para o torcedor, ainda há um ano inteiro pela frente para o elenco se reerguer. A idade da sogra, inclusive, virou brincadeira entre a família.
– Faz parte perder o jogo, alguém tem que perder, mas, temos um time bom e vamos ter o ano pela frente. Ela está com 76 anos, ainda dá pra trazer aqui para assistir um monte de jogo aqui no Maracanã.
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Elenco do Flamengo durante cobranças de pênalti contra del Valle — Foto: André Durão
Dona Dorinha, por outro lado, se mostrou contente com a experiência. A senhora de 76 anos só havia presenciado os “jogos de fazenda”, e disse ter se divertido com os jovens rubro-negros na comemoração do gol de Arrascaeta.
– Eu nunca tinha ido a um estádio, eu já participei de muito jogo de fazenda, quando uma fazenda jogava contra outra, então, eu só havia assistido aos jogos pela televisão. Ele me convidou para vir, eu vim e amei. Nós temos que nos acostumar a ganhar e perder, ontem, nós não levamos sorte (…) Muito barulho no Maracanã, muito bom, eu me diverti com os jovens, os jovens atrás de mim comemoraram o gol comigo. Foi muito bom.
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Na Gávea, Dona Dorinha posa ao lado da estátua de Zico — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
Passeando pelo Rio pela primeira vez em muitos anos, Dorinha teve a sorte de encontrar com Arturo Vidal em um shopping, dias antes da final da Recopa. Encantada pela cidade e pelo Maracanã, a senhora disse que agora escolheu o Flamengo como time do coração.
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Dona Dorinha e Ariovaldo encontram Vidal em shopping no Rio — Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal
A família volta para o Paraná nesta quinta e, desta vez, acompanhará do sofá de casa o próximo jogo do Flamengo. O Rubro-Negro volta a campo no próximo domingo, às 18h10, contra o Vasco, no Maracanã.
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